segunda-feira, 12 de maio de 2008

Mais rápida que a própria luz...



E enquanto fui buscar o lanche da miúda, eis se não quando me encontro com a versão loira de um aborígene...

5 comentários:

  1. Bem, até me assustei quando encontrei aqueles olhos a brilhar no escuro da curva da cozinha!
    É mais matreira que o miúdo!

    ResponderEliminar
  2. estimada Su,
    obrigado por passar pelo meu blog.
    sobre o nosso bolo de mel aqui vai o que sei da tradição:
    o facto de partir o bolo de mel à mão deve-se apenas a que quando ele é cortado com faca o seu sabor fica alterado.
    todo o bom madeirense apenas gosta de comer bolo de mel quando este é partido à mão. em principio apenas por tradição, mas o que é certo, é que todos achamos que tem melhor sabor se partido à mão.
    e tem mesmo.
    o metal das facas altera o sabor do bolo.
    mas vou já falar com os velhotes da minha terra a ver se eles têm outra explicação.

    ps: gostei de passar por aqui, também tenho uma filha a caminho dos 3 anos...

    ResponderEliminar
  3. Zb, obrigada pela visita e pela explicação! Também nunca o corto, mas queria explicar o porquê ao meu filho. Em casa da minha avó era coisa que nunca faltava! E os funchos, o sumo de maracujá, as maçarocas...
    Como temos aqui em Lisboa o supermercado Sá, vamos matando saudades!

    ResponderEliminar